Aprendizagem de Língua Inglesa com música

Em Inglês, inúmeras músicas estão disponíveis com temas adequados, vocabulários de todos os níveis, apresentando complexidade ou simplicidade na linguagem, dependendo do nível dos alunos.

A maioria das músicas têm um tema recorrente ou uma estória. Excluindo os elementos culturais é sempre possível introduzir as canções como um recurso favorável.

Através das músicas é possível expor aos alunos os diversos tipos de Inglês. O Inglês Britânico, o Inglês Americano, o Inglês Caribenho estão amplamente difundidos através das músicas da atualidade e seus respectivos sotaques são bem representadas por músicas de diferentes regiões e uma enorme variedade de estilos musicais.

As músicas têm sido utilizadas como veículos de protesto pelos direitos civis, dos direitos dos trabalhadores e de inúmeras outras causas. Elas tratam sobre a poluição, a criminalidade, a guerra e de todos os temas sociais. Fazem parte da vida de todos e não devem ser ignoradas no processo educacional.

As músicas, além de ensinar, ajudam os professores a manter a disciplina na sala de aula. Quando as crianças estão agitadas, por exemplo, podemos cantar uma música para acalmá-las; ou se as crianças estão muito calmas, ainda acordando, podemos cantar uma música para despertá-las.

As crianças aprendem mais rápido com músicas, que se tornam memoráveis, pois ajudam aos alunos a se lembrarem da linguagem facilmente, independente do foco do professor, gramática ou vocabulário. Utilizando música, o professor pode começar a aula para apresentar um tema novo, terminar outro, ou simplesmente utilizá-la no meio de um projeto para enfatizar o assunto.

Algumas músicas são divertidas, e quanto mais os professores se interessam pela música, mais os alunos se sentem motivados. Dessa forma, os alunos mais tímidos tendem a ter uma maior participação cantando ou fazendo gestos, enquanto desenvolvem um trabalho em grupo.

As músicas também são ótimas para fazer apresentações no final de ano, em festas ou reuniões de pais.

Fonte: http://www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=1483

Professor, antes de elaborar alguma atividade com música para ensinar uma língua estrangeira, veja as seguintes questões:

  1. O significado da música ficou claro? Preciso me certificar se compreendi a letra da música, pesquisar o vocabulário novo antes de aplicar a atividade.
  2. Como posso avaliar o progresso dos meus alunos com esta atividade?
  3. A compreensão e o vocabulário são fáceis de lembrar? Vai ser significativo para o meu aluno?
  4. Esta música está adequada para a idade, o ano/a série, o contexto a ser ensinado etc.?
  5. O vocabulário da música será usado em outras situações de sala de aula ou fora do contexto de sala de aula

Lembre-se de que a utilização de músicas para ensinar inglês promove a prática do vocabulário ativo, aquele que é adquirido através da fala. Os alunos de inglês desenvolvem com muita rapidez o vocabulário passivo, o que é resultado de muitas atividades de listening e reading, mas o vocabulário ativo, dependendo da metodologia utilizada, é deixado de lado…

Para auxiliar seu aluno a adquirir as quatro habilidades de uma língua (ouvir, falar, ler e escrever), elabore atividades com músicas que possam incentivar as quatro habilidades e a aquisição dos vocabulários passivos e ativos.

Transforme sua aula num momento de aprendizado lúdico, dinâmico, motivador e significativo para seus alunos!

Fonte: http://www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=1483

A língua inglesa é IMPRESCINDÍVEL nos dias atuais, pois a globalização faz com que se torne algo FUNDAMENTAL. O Inglês é a língua internacional, a língua dos estudos, das viagens, dos negócios, enfim, a língua da COMUNICAÇÃO com todo o MUNDO.

Todos os dias nós convivemos com uma série de palavras em inglês, daí percebemos a IMPORTÂNCIA e a INFLUÊNCIA que exerce sobre a nossa cultura. Veja abaixo alguns exemplos de palavras em Inglês que usamos em nosso cotidiano:

jeans, shopping center, pet shop, lan house, pit stop, pen drive, notebook, laptop, palmtop, internet, web site, windows, word, download, big, delivery, baby, stress, look, fast food, fashion, e-mail, messenger, outdoor, hot dog, milkshake, light, hamburger, drink, happy hour, diet, light, fitness, crazy, show, rock, design.

No MERCADO DE TRABALHO, o Inglês virou atributo ESSENCIAL para a conquista da maioria das vagas de nível universitário. Quantas vezes você já ouviu alguém dizer: “Perdi a oportunidade, pois não sei Inglês”. Pois é, mesmo que o candidato não vá utilizar o Inglês ou vá utilizar muito pouco em seu novo emprego, somente o fato de saber Inglês, já é um diferencial em seu currículo. Pesquisas salariais revelam que o salário de uma pessoa que tem um segundo idioma é de 30% a mais em relação ao salário de outra que tenha apenas um idioma.

Com a GLOBALIZAÇÃO, muitos brasileiros têm ido ao exterior para estudos, negócios e férias. Da mesma forma muitos estrangeiros também têm vindo para o Brasil com as mesmas finalidades. Nestas horas qual a língua mais comum que utilizamos para comunicar-nos com os estrangeiros? O INGLÊS.

Apesar de haver muitos profissionais com Inglês, a maioria se enquadra no nível básico para o intermediário, portanto ter fluência nesta língua ainda é um diferencial bastante competitivo para conseguir postos mais altos. Por isso se você quer entrar no mercado de trabalho e ganhar bem, dedique-se a aprender o INGLÊS ou outra língua estrangeira. Devido ao MERCOSUL o Espanhol também tem ganhado bastante importância nos últimos anos, contudo por ser um idioma parecido com o Português, a fluência não é tão exigida como no Inglês.

Não existem métodos milagrosos nem escolas excepcionais que o tornarão num “expert” em Inglês em pouco tempo. Na realidade é um estudo longo que dependerá apenas de seu esforço e vontade de querer aprender cada vez mais. Minha dica é utilizar diferentes métodos para estudar outro idioma, como filmes, músicas e livros que sejam de seu interesse, ou seja, algo que você goste e que dê prazer em estudar, pois somente uma sala de aula com livro didático e um professor, em minha opinião, não é o suficiente.

A disciplina tem duas abordagens teóricas: a estruturalista (voltada ao ensino da forma, da gramática) e a enunciativa. Delas derivam as seguintes perspectivas e maneiras de ensinar presentes na sala de aula.

Tradicional

Usada no século 16 no ensino do Grego e do Latim.

Foco Dominar a gramática normativa e a tradução literal.

Estratégias de ensino Trabalho com textos, em exercícios de tradução, e memorização de regras gramaticais e vocabulário, com o uso de ditados.

Direta

Foi instituída como oficial no Brasil nas décadas de 1930 e 1940. Seu principal defensor, Antônio Carneiro Leão (1887-1966), publicou em 1935 o livro O Ensino de Línguas Vivas.

Foco O estudante deve começar a pensar na outra língua, sem traduzi-la, por meio do contato direto com o idioma.

Estratégias de ensino Exercícios de conversação com base em modelo de perguntas e respostas. Não se usa a língua materna, e a compreensão é feita por gestos, imagens, simulações. O processo de aprendizagem obedece à seqüência de ouvir e falar, ler e escrever. As atividades são de compreensão de texto e gramática.

Audiolingual

Surge nos anos 1950, influenciada pelo behaviorismo de Burrhus Frederic Skinner (1904-1990) e pelo estruturalismo de Ferdinand Saussure (1857-1913).

Foco Fazer o aluno adquirir o domínio do idioma de forma natural.

Estratégias de ensino Audição, repetição, memorização e exercícios orais de palavras e frases feitas para que o aprendizado se dê por meio de reflexos condicionados.

Sociointeracionista

Começou a ser desenvolvida na década de 1970, com base no pensamento do psicólogo russo Lev Vygotsky (1896-1934). É também chamada de sociocultural. Não defende nenhum método específico.

Foco Aprender a língua nos contextos em que ela é realmente utilizada.

Estratégias de ensino Criação de situações reais de uso do idioma, com atividades que envolvam comunicação entre as pessoas e a utilização de diversos gêneros textuais e orais e a reflexão sobre eles.

Confira alguns modismos passageiros e outras idéias sem fundamento sobre o ensino de Línguas:

É impossível ensinar em escola pública

“Eis um grande equívoco”, diz Deise Prina Dutra, da UFMG. “Há limitações, como a baixa carga horária, mas um trabalho bem-feito leva a turma a avançar.”

Gostoso é aprender sem perceber

Ninguém adquire conhecimento dormindo ou brincando. “Quanto maior o controle da criança sobre o que faz, mais facilidade ela terá para assimilar os conteúdos”, diz Luiz Paulo da Moita Lopes, da UFRJ.

É preciso falar como os nativos

O professor que nasceu ou viveu no exterior serve de exemplo de falante nas escolas de idiomas. “Mas alguns sem essa vivência se sentem incapacitados para ensinar”, diz Maria Antonieta Celani, da PUC-SP, que refuta a idéia. Línguas como o inglês e o espanhol são cada vez mais usadas por quem não nasceu onde esses idiomas são os oficiais.

Existe um método infalível

No fim do século 20, modelos vindos de editoras internacionais invadiram as escolas de todo o mundo. Pesquisadores como o indiano N.S. Prabhu lançaram a era pós-método, demonstrando que modelos que não levam em consideração o contexto local não são eficientes.

1500 Com a chegada dos colonizadores, a Língua Portuguesa começou a ser ensinada aos índios, informalmente, pelos jesuítas. Posteriormente, foi considerada a primeira língua estrangeira falada em território brasileiro

1750 Com a expulsão dos jesuítas e a proibição do ensino e do uso do tupi, o português virou língua oficial. Os objetivos eram enfraquecer o poder da Igreja Católica e organizar a escola para servir aos interesses do Estado

1759 O alvará de 28 de julho determinou a instituição de aulas de Gramática Latina e Grego, que continuaram como disciplinas dominantes na formação dos alunos e eram ministradas nos moldes jesuíticos

1808 Durante o período colonial, a língua francesa era ministrada somente nas escolas militares. Com a chegada da família real, esse idioma e o Inglês foram introduzidos oficialmente no currículo

1889 Depois da Proclamação da República, as línguas inglesa e alemã passaram a ser opcionais nos currículos escolares. Somente no fim do século 19 elas se tornaram obrigatórias em algumas séries

1942 Na Reforma Capanema, durante o governo de Getúlio Vargas (1882-1954), Latim, Francês e Inglês eram matérias presentes no antigo Ginásio. Já no Colegial, as duas primeiras continuavam, mas o Espanhol substituiu o Latim

1945 Lançamento do Manual de Espanhol, de Idel Becker (1910-1994), que por muito tempo foi a única referência didática do ensino do idioma. Idel, argentino naturalizado brasileiro, tornou-se um dos pioneiros das pesquisas na área

1961 A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) retira a obrigatoriedade do ensino de Língua Estrangeira no Colegial e deixa a cargo dos estados a opção pela inclusão nos currículos das últimas quatro séries do Ginásio

1970 Na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, é criado o primeiro programa de pós-graduação em Língüística Aplicada ao Ensino de Línguas no país, tendo como um dos idealizadores Maria Antonieta Alba Celani

1976 Com a Resolução 58/76 do Ministério da Educação, há um resgate parcial do ensino de Língua Estrangeira Moderna nas escolas. É decretada a obrigatoriedade para o Colegial, e não para o Ginásio

1977 O professor José Carlos Paes de Almeida Filho, hoje professor da Universidade de Brasília, é o primeiro brasileiro a defender uma dissertação de mestrado com foco na abordagem comunicativa para o ensino de um idioma

1978 Evento realizado na Universidade Federal de Santa Catarina foi pioneiro no Brasil em combater as idéias estruturalistas do método audiolingual, funcionando como semente do movimento comunicativista

1996 Publicação da Lei de Diretrizes e Bases que tornou o ensino de Línguas obrigatório a partir da 5ª série. No Ensino Médio seriam incluídas uma língua estrangeira moderna, escolhida pela comunidade, e uma segunda opcional

1998 A publicação dos PCNs de 5ª a 8ª séries listou os objetivos da disciplina. Com base no princípio da transversalidade, o documento sugere uma abordagem sociointeracionista para o ensino de Língua Estrangeira

2000 Na edição dos PCNs voltados ao nsino Médio, a Língua Estrangeira assumiu a função de veículo de acesso ao conhecimento para levar o aluno a comunicar-se de maneira adequada em diferentes situações

2005 A Lei nº 11.161 institui a obrigatoriedade do ensino de Espanhol. Conselhos Estaduais devem elaborar normas para que a medida seja implantada em cinco anos, de acordo com a peculiaridade de cada região

2007 Foram desenvolvidas novas orientações ao Ensino Médio na publicação PCN+, com sugestões de procedimentos pedagógicos adequados às transformações sociais e culturais do mundo contemporâneo

FONTE: HISTÓRIA DO ENSINO DE LÍNGUAS NO BRASIL – PROJETO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LINGÜÍSTICA APLICADA DA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.